Imaginem pintar…sem tinta.
Pintar apenas com luz, afinal, o grau zero de qualquer pintura…
Pintar ao vivo e a cores, sem efeitos pós-produção.
Assim trabalharam Blake Shaw e Bruno Levy, do colectivo SWEATSHOPPE, usando apenas um computador portátil e o Jitter.
Num esforço para estabelecer novas plataformas para a arte publica e a performance, o colectivo SWEATSHOPPE desenvolveu uma tecnologia interactiva que permite explorar a relação entre tag’s, vídeo e arquitectura, respectivamente, fonte, medium e suporte.
Esta tecnologia permite essencialmente “pintar” vídeo em qualquer superfície.
O software foi escrito em Max, o rolo de tinta contém apenas LEDs verdes. O software rastreia os LEDs, gera as posições (x,y) e com estas aplica a textura de vídeo ás “pinceladas”.
O colectivo passou semanas a documentar os seus trabalhos em ambientes urbanos, em Queens, Brooklyn e Manhattan, para criar “The Landing”, o primeiro de uma série de episódios que mostram os seus trabalhos enquanto artistas, técnologos e performers.



